Havia muito tempo que a "Morte Escarlate" devastava todo o país. Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. O sangue era a sua encarnação e o seu sinete: o vermelho e o horror do sangue. Começava com dores agudas, com um desvanecimento súbito, e logo os poros se punham a sangrar abundantemente. Sobrevinha, então, a Um certo país foi invadido pela "Morte Escarlate", uma peste que matava em menos de 30 minutos. Sua maior marca era o sangue e por isso também era conhecida como a Peste Rubra. Lá fora, disseminava-se a "Morte Escarlate". Foi ao fim do quinto ou sexto dia em seu refúgio, enquanto a peste fazia grande estragos além das muralhas, que o Príncipe Próspero proporcionou aos convivas um baile de máscaras da mais insólita magnificência. Que quadro voluptuoso era o baile de máscaras!
A morte escarlate há tempos devastava o país. Nenhuma peste havia sido tão fatal, ou tão hedionda. Sangue era seu Avatar e seu selo - a loucura e o horror do sangue. Próspero era um príncipe feliz, destemido e sagaz. Quando a população de seus domínios foi reduzida à metade, convocou à sua presença um milhar de saudáveis e despreocupados amigos entre os cavaleiros e damas de sua A "Morte Escarlate" era uma peste extremamente letal, caracterizada por dores agudas, sangramentos, manchas escarlates no corpo e decomposição rápida, levando a vítima à morte em meia hora. Havia muito tempo que a "Morte Escarlate" devastava todo o país. Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. O sangue era a sua encarnação e o seu sinete: o vermelho e o horror do sangue. Começava com dores agudas, com um desvanecimento súbito, e logo os poros se punham a sangrar abundantemente. Sobrevinha, então, a decomposição. Manchas escarlates no corpo e, notadamente
A "Morte Escarlate" havia muito devastava o país. Jamais se viu peste tão fatal ou tão hedionda. O sangue era sua revelação e sua marca - a cor vermelha e o horror do sangue. Surgia com dores agudas e súbita tontura, seguidas de profuso sangramento pelos poros, e então a morte. As manchas rubras no corpo e principalmente no rosto da vítima eram o estigma da peste que a privava da Quem poderia ser essa pessoa, sendo que era impossível alguém conseguir passar pelos grandes portões de ferro? Com certeza não se tratava de alguém, mas sim de um ser, ou a própria personificação da Morte Escarlate. É aí que Poe nos mostra que nem mesmo um príncipe chamado Próspero estaria livre, pois a própria Morte foi à sua procura, e acaba sendo vitoriosa no final. A MÁSCARA DA MORTE ESCARLATE Autor: Edgar Allan Pöe. Tradução: José Jaeger (jaegerjose@) Havia muito tempo que a "Morte Escarlte" devastava todo o país. Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. O sangue era a sua encarnação e o seu sinal: o vermelho e o horror do sangue. Começava com dores agudas, com um desvanecimento súbito, e logo os poros se punham a
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Havia muito tempo que a "Morte Escarlate" devastava todo o país. Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. O sangue era a sua encarnação e o seu sinal: o vermelho e o horror do sangue. Começava com dores agudas, com um desvanecimento súbito, e logo os poros se punham a sangrar abundantemente. Sobrevinha, então, a decomposição. Manchas escarlates no corpo e, notadamente, no A máscara da morte escarlate (Edgar Allan Poe) A "Morte Escarlate" havia muito devastava o país. Jamais se viu peste tão fatal ou tão hedionda. O sangue era sua revelação e sua marca - a cor vermelha e o horror do sangue. Surgia com dores agudas e súbita tontura, seguidas de profuso sangramento pelos poros, e então a morte. As manchas rubras no corpo e principalmente no rosto da Lá fora, disseminava-se a "Morte Escarlate". Foi ao fim do quinto ou sexto dia no seu refúgio, enquanto a peste fazia grande estragos além das muralhas, que o Príncipe Próspero proporcionou aos convivas um baile de máscaras da mais insólita magnificência. Que quadro voluptuoso era o baile de máscaras!