Os principais componentes da síndrome da fragilidade no idoso são a sarcopenia, as alterações neuroendócrinas e as alterações imunológicas. A sarcopenia, ou diminuição da massa muscular, apresenta íntima relação com o aumento da incidência de quedas, fraturas, dependência e morte. O Consenso Brasileiro de Fragilidade em Idosos (CBFI) tem por objetivo definir conceitos e situações comuns acerca da síndrome de fragilidade, além de estimar e adaptar pontos de corte de escalas de avaliação funcional para essa população. Este estudo se propôs a realizar uma revisão narrativa sobre a temática da síndrome da fragilidade no idoso, visto que a literatura ainda carece de unanimidade quanto a sua conceituação.
A Síndrome de Fragilidade do Idoso (SFI) é uma condição multifatorial caracterizada pela redução da reserva fisiológica e aumento da vulnerabilidade a estressores clínicos e funcionais. A síndrome da fragilidade representa uma condição clínica identificável em idosos, caracterizada por uma redução progressiva da reserva funcional e da capacidade de adaptação fisiológica diante de estressores, mesmo que de baixa intensidade. racional da síndrome de fragilidade recomendadas pelo Consenso Brasileiro de Fragilidade em Idosos. Em 2015, uma força-tarefa composta de especialistas brasileiros em envelhecimento humano conduziu uma revisão bibliográfica sobre fragilidade em idosos.
Síndrome da fragilidade é um estado de vulnerabilidade fisiológica aumentada. O idoso frágil tem reserva reduzida: um evento pequeno, uma queda, uma infecção urinária, alguns dias no leito, pode desencadear declínio funcional grave ou hospitalização. A Síndrome da Fragilidade é uma condição genética e de origem neuroendócrina, que gera maior vulnerabilidade às doenças ou estresses agudos nos idosos, e é caracterizada por massa e força muscular reduzida e baixa energia para as atividades do dia a dia. Este estudo disponibiliza ao enfermeiro um aprofundamento no DE Síndrome do Idoso Frágil subsidiando e fortalecendo o raciocínio clínico necessário à tomada de decisão para atribuir corretamente o DE ao paciente que, de fato, o apresenta a fragilidade.
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A Síndrome de Fragilidade não é uma doença, mas uma condição complexa de fundo genético e neuroendócrino e que sofre influência de doenças crônicas e faz do idoso mais vulnerável às complicações agudas, com maior dificuldade ou impossibilidade de recuperação. A Síndrome da Fragilidade traz alta taxa de mortalidade, pois o idoso fragilizado está mais suscetível a complicações sérias. Além disso, a incapacidade funcional progressiva é uma consequência significativa, comprometendo a independência e aumentando a necessidade de cuidados a longo prazo. RESUMO O envelhecimento humano encontra-se atrelado as vulnerabilidades e fragilidades, acompanhado de alterações fisiológicas, repercutindo negativamente na vida de idosos acometidos por doenças crônicas ou síndromes e comprometendo sua qualidade de vida. O presente estudo tem por objetivo analisar a síndrome do idoso frágil e suas repercussões na qualidade de vida da pessoa idosa. O