Dos que recém-nascidos, estima-se que metade dos pacientes com Síndrome de Edwards morrem antes de completar um ano de vida, mas a vida pode ser protelada a quase 4 anos. A síndrome de Edwards não tem cura. Na maioria dos casos, porém, é possível melhorar o prognóstico desses indivíduos a partir de uma série de condutas terapêuticas. A expectativa de vida na síndrome de Edwards é muito baixa. A maioria dos bebês não sobrevive além do primeiro ano de vida, e muitos não chegam ao nascimento devido à gravidade dos sintomas.
Devido à gravidade dos sintomas e alterações, a síndrome de Edwards apresenta expectativa de vida muito baixa. Fetos com a síndrome têm maiores chances de ser abortados espontaneamente durante a gestação ou de ser natimortos, e quando sobrevivem costumam não passar de dois anos de vida. Aproximadamente metade das crianças que nascem com Síndrome de Edwards não sobrevivem à primeira semana de vida. A taxa de mortalidade é mais alta em meninos do que em meninas. Infelizmente, a síndrome de Edwards não tem cura e, por isso, o bebê que nasce com esta síndrome tem baixa expectativa de vida, sendo que menos de 10% conseguem sobreviver até 1 ano após o nascimento.
Em resumo, a esperança de vida com Síndrome de Edwards é geralmente limitada, com uma média de sobrevivência abaixo da idade adulta. No entanto, é importante considerar que cada caso é único e que o apoio adequado pode fazer uma diferença significativa na qualidade de vida dessas pessoas. Trinta por cento dos recém-nascidos com esta síndrome falecem no primeiro mês de vida, outros 50% vêm a falecer até o segundo mês, somente 10% sobrevivem até 1 ano e apenas um número reduzido de crianças sobrevive por mais tempo. Entenda o que é síndrome de Edwards e por que ela é considerada 'incompatível com a vida' Condição rara causa anomalias congênitas múltiplas e deficiência intelectual nas crianças.
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Após três anos tentando ter um segundo filho e sofrer dois abortos espontâneos, a dona de casa Rita de Fátima Pralom de Souza, 54, engravidou de Maria Letícia. No sétimo mês de gestação, ela descobriu que a menina tinha a Síndrome de Edwards, uma "síndrome incompatível com a vida". Finais: Além das repercussões individuais, funcionais e famil ianças, a literatura também apresenta repercussões científicas, no que tange à restrição do avanço da medicina nos tratamentos e intervenções voltados à síndrome de Edwards e escassez de estudos rece Palavras-chave: síndrome de Edwards; sobrevida; incompatível. Síndrome de Edwards: doença congênita grave reduz expectativa de vida Não há causa definida para a alteração no cromossomo 18, que acontece no momento da fecundação e origina a síndrome Por Valentina Bressan 9 nov 2024, 08h00 | Atualizado em 5 jun 2026, 00h06