Era uma vez, em uma grande floresta, viviam uma raposa e um corvo. Um dia, o corvo encontrou um pedaço de queijo muito saboroso e voou até o topo de uma árvore para comê-lo. Uma raposa esperta e um corvo vaidoso nos mostram que nem todo elogio é verdadeiro. Uma fábula clássica perfeita para ensinar os pequenos sobre atenção e sabedoria na hora de fazer amigos! Vendo o corvo com o queijo, a raposa logo começou a matutar um jeito de se apoderar do queijo. Com esta ideia na cabeça, foi para debaixo da árvore, olhou para cima e disse: --- Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza estonteante! Que cores maravilhosas! Será que ele tem uma voz suave para combinar com tanta beleza!
A fábula "A Raposa e o Corvo" é creditada à Esopo (séc. VI a.C), contador de histórias que ficou famoso como o primeiro criador de fábulas, considerado o maior representante deste estilo literário Um Corvo roubou um queijo e com ele fugiu para o alto de uma árvore. Uma Raposa, ao vê-lo, desejou tomar posse do queijo para comer. Colocou-se ao pé da árvore e começou a louvar a beleza e a graça do Corvo, dizendo: Esopo. A vaidade cega e nem todo mundo que nos elogia tem boas intenções. O corvo e a raposa: Nesta fábula de Esopo podemos aprender sobre como a vaidade e o orgulho podem nos levar a tomar decisões ruins para nós.
O queijo veio abaixo, claro, e a raposa abocanhou ligeiro aquela delícia, dizendo: - Olhe, senhor Corvo, estou vendo que voz o senhor tem, o que não tem é inteligência! Uma raposa que passava por ali viu a cena e, ao perceber a oportunidade, parou embaixo da árvore e começou a falar: — Vê-se bem que és uma ave formosa e gentil. Poucos pássaros te superam. És bem-disposto e muito galante. Se por acaso soubesses cantar, nenhuma ave se compararia contigo. O corvo, lisonjeado, sentiu-se importante. A Raposa e o corvo - Fábula de Esopo Certa raposa faminta e cansada, andava pela floresta em busca de algo para se alimentar. Nada encontrando, começou a ficar irritada e de mal humor. De repente avistou ao longe um corvo, contente e animado sobre um galho de árvore. Entretanto, é lógico!
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Ouvindo aquilo o corvo ficou que era pura vaidade. Para mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou um sonoro "Cróóó!" . O queijo veio abaixo, claro, e a raposa abocanhou ligeiro aquela delícia, dizendo: - Olhe, meu senhor, estou vendo que voz o senhor tem. O que não tem é inteligência! A Raposa e o Corvo A Raposa e o Corvo Um corvo faminto furtou um belo queijo e, com ele no bico voou para o alto duma árvore. A raposa o viu e gritou para o alto: Bom dia, belo corvo! Que lindas são suas pernas, que belo seu porte, que elegante a sua cabeça! Sou capaz de jurar que um animal bonito assim há de ter também uma bonita voz! Sentindo-se desafiado e querendo provar seu valor, o corvo abriu o bico para cantar. Foi quando o queijo caiu-lhe da boca e foi direto ao chão. A raposa apanhou o queijo e agradeceu ao corvo: __ Da próxima vez amigo, desconfie das bajulações! Moral da História: Desconfie dos bajuladores, esses sempre se aproveitam da situação, para tirar vantagem sobre você.