Conclusão A prevalência da polifarmácia foi alta e apresentou relação com as DCNT de pessoas idosas nas cinco regiões do Brasil, com impacto negativo. Ressaltando a necessidade de políticas públicas, visando a redução ou a prevenção da polifarmácia, assim como seus riscos associados. OBJETIVO: Analisar as variações da prevalência do uso crônico de medicamentos por idosos no Brasil segundo sua possível associação com as doenças crônicas mais prevalentes, fatores sociodemográficos e de saúde, e identificar fatores de risco para polifarmácia. A polifarmácia inadequada transforma o cuidado em um risco, elevando as chances de reações adversas, quedas e internações hospitalares. Por essa razão, seu manejo tornou-se um dos pilares da saúde do idoso.
Neste artigo, vamos explorar em profundidade os riscos da polifarmácia, suas consequências para a saúde dos idosos e, principalmente, como a abordagem especializada do médico geriatra pode fazer toda a diferença na prevenção e manejo deste problema crescente. Resumo: O envelhecimento populacional tem levado a um aumento expressivo do uso simultâneo de medicamentos entre idosos, tornando a polifarmácia um dos principais desafios da prática clínica e da saúde pública. Essa condição está relacionada a eventos adversos e comprometimento da qualidade de vida. O uso amplo de fármacos coloca em risco a vida do idoso. A polifarmácia predispõe à maior risco de reações adversas medicamentosas (RAM), à interações medicamentosa e a não adesão adequada da terapêutica que interfere diretamente no controle da doença.
Esse estudo identificou que a polifarmácia em idosos está relacionada a uma série de consequências negativas, incluindo diminuição da adesão à farmacoterapia, aumento do risco de iatrogenias, quedas, desnutrição e dificuldades na realização de atividades diárias. Conhecer a ocorrência de polifarmácia na população idosa, os fatores que interferem na polifarmácia entre idosos, os fármacos mais utilizados e descrever o papel da equipe multiprofissional frente ao idoso em uso de polifarmácia. A polifarmácia é bastante praticada entre a população idosa, consiste na utilização de três a cinco medicamentos diferentes simultaneamente, o que pode ser prejudicial à saúde podendo causar reações adversas e interações medicamentosas.
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Os grupos de medicamentos mais utilizados pelos idosos na polifarmácia foram os indicados para o sistema cardiovascular, trato alimentar e metabolismo e sistema nervoso. Conclusão: O padrão de uso de medicamentos por idosos está dentro da média nacional. tica de polifarmácia, visto que idosos possuem mais predisposição a doenças. Portanto, a atuação do profissional farmacêutico e equipe de s sário que pesquisadores científicos continuem abordando pesquisas sobre o tema. Amplas são as interações medicamentosas e reações adversas ao medicamento, e a necessidade de haver estudos mais O artigo tem por objetivo refletir sobre a polifarmácia em idosos com ênfase nas reações adversas e nas interações medicamentosas. A vulnerabilidade dos idosos aos problemas decorrentes do uso de medicamentos é bastante alta, o que se deve a complexidade dos problemas clínicos, à necessidade de múltiplos agentes terapêuticos e às alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas