A polifarmácia, uso de cinco ou mais medicamentos, é muito prevalente no idoso. Acesse e saiba mais sobre. A polifarmácia, uso de cinco ou mais medicamentos, é muito prevalente no idoso. Com o envelhecimento da população, a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) tende a aumentar e com ela, a necessidade do uso regular de medicamentos. O Que é Polifarmácia e Por Que é um Desafio Comum na Terceira Idade? No universo da geriatria, poucos termos são tão presentes quanto polifarmácia. De forma direta, é o uso simultâneo e contínuo de múltiplos medicamentos por um único paciente.
Analisar as variações da prevalência do uso crônico de medicamentos por idosos no Brasil segundo sua possível associação com as doenças crônicas mais prevalentes, fatores sociodemográficos e de saúde, e identificar fatores de risco para polifarmácia. O trabalho aborda a polifarmácia em idosos, destacando os riscos do uso simultâneo de múltiplos medicamentos e a prescrição de medicamentos potencialmente inapropriados (MPI). 1 Polifarmácia na saúde dos idosos: revisão integrativ a de literatura Polypharmacy in the health of the elderly: integrative literature review
RESUMO O estudo objetivou-se a buscar dados relevantes na literatura sobre perfis epidemiológicos ligados a polifarmácia em idosos, presença de fármacos potencialmente perigosos prescritos e fatores de risco associados ao uso prolongado de polifarmácos, assim como estratégias presentes na saúde pública para redução desde quadro no Brasil.Tratou-se de uma revisão integrativa da Polifarmácia e polimorbidade em idosos no Brasil: um desafio em saúde pública Luiz Roberto RamosI, Noemia Urruth Leão TavaresII, Andréa Dâmaso BertoldiIII, Mareni Rocha FariasIV, Maria Auxiliadora OliveiraV, Vera Lucia LuizaV, Tatiane da Silva Dal PizzolVI, Paulo Sérgio Dourado ArraisVII, Sotero Serrate MengueVIII Como os idosos frequentemente possuem mais doenças crônicas, a polifarmácia costuma ser mais comum nessa faixa etária e as consequências tendem a ser mais graves; possuindo um maior risco de interações medicamentosas e reações adversas19.
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Após a leitura criteriosa dos artigos selecionados, no período de 2000 a 2016, foram estabelecidas as principais causas e consequências da polifarmácia. Diante da análise destes, ratificou-se que polifarmácia não apresenta um único conceito, porém, o mais aceito consiste no uso concomitante de cinco ou mais medicamentos. Outros fatores são importantes a serem avaliados, como o aumento das comorbidades no idoso e o manejo da polifarmácia. É cada vez mais comum que os idosos queiram atingir maior autonomia em seu cotidiano, e infelizmente os acidentes domésticos podem causar quedas e fraturas, por isso a participação da família e a inclusão de uma boa Verificou-se polifarmácia em 135 idosos (47,20%). Os medicamentos mais prescritos atuam no sistema cardiovascular, no aparelho digestivo e metabolismo e no sangue e órgão hematopoiéticos.