O poema é um elogio à terra de Cora Coralina e pretende fazer um retrato da paisagem com um olhar apurado e voltado para o detalhe. O registro honesto contempla o bem e o mal: a umidade, o lodo, mas também o sol e a vitalidade representada pela avenca que renasce. Poema "Mãe é quem fica", de Bruna Estrela. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica. Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica. Fica neles. Se eles comeram. Você gostou deste poema? Cora Coralina - Renovadora e reveladora do mundo A humanidade se renova no teu ventre. Cria teus filhos, não os entregues à creche.
Este poema autobiográfico retrata com maestria as batalhas e obstáculos enfrentados por Cora Carolina, uma mulher madura. É como se ela, no fim da vida, lançasse um olhar retrospectivo sobre as escolhas que fez ao longo de sua jornada. Cora Coralina e sua influência na literatura brasileira Cora Coralina é uma figura icônica na literatura brasileira, e seu poema mãe Cora Coralina é um exemplo claro de sua influência. A poetisa, que começou a publicar suas obras apenas na maturidade, inspirou gerações de escritores e poetas. Poema "Mãe" de Cora Coralina "Renovadora e reveladora do mundo A humanidade se renova no teu ventre. Cria teus filhos, não os entregues à creche. Creche é fria, impessoal. Nunca será um lar para teu filho. Ele, pequenino, precisa de ti. Não o desligues da tua força maternal. Que pretendes, mulher? Independência, igualdade de condições
Ela, inclusive, conclui um outro poema do mesmo livro com os seguintes versos: Digo sempre: "Jovens, agradeçam a Deus todos os [dias Terem nascido nestes tempos novos…" 2. Por serem muito longos, alguns versos do poema "Sequência", de Cora Coralina, ultrapassam o espaço de uma linha. Poema "Mãe é quem fica", de Cora Coralina Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica. Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica. Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como O poema, autobiográfico, narra as lutas e dificuldades vividas por essa mulher madura. É como se Cora Coralina, já no final da vida, olhasse para trás e refletisse sobre os caminhos que escolheu ao longo do percurso. Em Assim Eu Vejo a Vida é sublinhada a capacidade de superação, de resiliência e a força para superar os
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Cora Coralina é o pseudônimo da eterna e lendária Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (1889-1985). Natural da cidade de Goiás-GO, aos 15 anos Anna se autodenominou ' Cora ', em menção a palavra coração. Doceira de profissão, começou a escrever versos e poemas com 14 anos, no entanto, seu primeiro livro O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais só foi publicado quando