Geralmente, os próprios autistas preferem o termo pessoa autista. Em outras palavras é um termo mais ligado aos ideais da. A resposta é sim: de acordo com a legislação brasileira, a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é legalmente reconhecida como pessoa com deficiência para todos os fins legais. Geralmente, os próprios autistas preferem o termo pessoa autista. Em outras palavras é um termo mais ligado aos ideais da neurodiversidade, que é como a maioria dos autistas ativistas se reconhecem e se percebem.
O dia 18 de junho é o Dia do Orgulho Autista — representando pelo símbolo da neurodiversidade, o infinito (lemniscata) com o espectro de cores do arco-íris, considerando o autismo como identidade, uma característica da pessoa — celebrada originalmente pela organização britânica Aspies for Freedom (AFF), a partir de 2005. O que é autismo? O autismo, ou transtorno do neurodesenvolvimento, é uma condição neurológica que afeta a comunicação e interação social, além de aspectos sociais e comportamentos. A pessoa com TEA pode apresentar formas diferentes de perceber o mundo e se relacionar, o que explica por que o autismo é considerado um espectro. Quais são os níveis de suporte do autismo usados hoje? Mais importante que os subtipos históricos são os níveis de suporte, a forma atual de classificar o TEA. O DSM-5 define três níveis conforme a quantidade de apoio que a pessoa precisa no dia a dia. Os termos "leve", "moderado" e "grave" são usados de modo popular, mas a referência oficial é o nível de apoio
Saiba como reconhecer uma pessoa com autismo. Descubra a característica mais marcante, os 50 traços mais comuns e como é o comportamento no espectro leve.
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