A pesquisa "Percepções sobre o racismo no Brasil" foi encomendada pelo Instituto de Referência Negra Peregum e pelo Projeto SETA (Sistema de Educação para uma Transformação Antirracista) e realizada pelo IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica). Nesse sentido, este estudo contribui para a agenda de pesquisa antirracista, oferecendo fundamentação teórica e abordagens metodológicas para a realização de pesquisas que tenham o racismo como foco central e visem à equidade racial em saúde. Nesse estudo foi realizado uma pesquisa bibliográfica de revisão sistemática da literatura acerca do racismo contra negros. Esse método incide em relacionar fontes de pesquisas acerca do tema, tornando possível explorar, selecionar, avaliar e sintetizar as evidências relevantes disponíveis (Galvão & Pereira, 2014), de vertente
A pesquisa foi realizada pelo IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica), com o objetivo de evidenciar a importância de compreender o olhar da população brasileira sobre o racismo e assim construir caminhos mais sólidos para uma sociedade verdadeiramente antirracista. O doutor de sociologia, Dr. Vitor G. Queiroz, fez extensa pesquisa sobre o racismo e discriminação sofridos por negros no meio evangélico do Brasil. Queiroz descreve inúmeros casos reais de igrejas evangélicas e "cristãs" abertamente discriminando negros e a cultura afrobrasileira, o que tem se intensificado com a entrada de evangélicos Resumo Se o racismo se tornou um tema totalmente legitimado no debate público contemporâneo, a sua investigação sociológica deixa às vezes a desejar. Se é natural e até mesmo desejável que o racismo brasileiro seja uma premissa dos movimentos políticos que buscam denunciá-lo, o mesmo não deveria ser válido para a pesquisa sociológica interessada em entender suas dinâmicas. Neste
Sobre a pesquisa A pesquisa foi dividida em três blocos que contemplam temas como "Percepções de Racismo", "Educação" e "Políticas Públicas". Para cada pergunta realizada, foram apresentadas doze variáveis relativas ao perfil das pessoas respondentes. Esses três relatos estão presentes na pesquisa "Realidade em preto e branco: Perspectivas sobre racismo e inclusão no Brasil", e revela como o racismo está presente nas escolas e deixa marcas na pessoa violentada. Marcas que vão além do período da formação básica. Nesse sentido, o trabalho de Monsma é muito bem-sucedido ao reintegrar os agentes e suas interações à explicação sobre a formação e a reprodução das desigualdades raciais, e elucida como a sociologia histórica pode ajudar a reformular alguns problemas centrais do campo de pesquisa sobre racismo no Brasil 16.
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Uma nova pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 20, pelo Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com a Ipsos-Ipec, aponta que shoppings, estabelecimentos comerciais, trabalho e espaços públicos de convivência são os locais em que o racismo é mais evidente para a população. A pesquisa chega como parte de uma longa trajetória de trabalhos sobre racismo, que começa com Gilberto Freyre, nos anos 1930, passa pelos estudos do sociólogo Carlos Hasenbalg, autor de "Discriminação e Desigualdades Raciais no Brasil" (1979), e tem seu ponto fundamental de inflexão com o economista Ricardo Henriques nos anos 90. A pesquisa apresenta uma reflexão teórica sobre o racismo no Brasil, procurando identificar elementos históricos e culturais que permeiam a complexidade do tema no que tange aos conceitos