Com potencial inerente da flora brasileira para uso medicinal, e pensando no manejo sustentável das espécies é fundamental que sejam implementadas políticas públicas de incentivo à pesquisa de plantas medicinais, nas áreas de taxonomia, fitoquímica e farmacologia que possam comprovar cientificamente as atividades biológicas e os Discute, também, a pesquisa e a inovação tecnológica em plantas medicinais na região Pan-Americana, as plantas medicinais na Medicina Tradicional, Complementar e Integrativa e as plantas medicinais e a Saúde Pública. Uma das áreas de grande importância no uso clínico de plantas medicinais é a oncologia, abordada no congresso. ÁREAS DE PESQUISA E PG: Transmissão colinérgica nicotínica, Toxinas e venenos, Desenvolvimento de Medicamentos: Mecanismo de ação, alvos moleculares, eficácia, segurança e biodisponibilidade; Farmacologia Translacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, determinação da "dose equivalente humana" para "ensaio de 1a. vez no homem".

O Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento Científico da instituição, Átila Calvante, durante o evento, indicou a existência de várias instituições que desenvolviam pesquisa sobre plantas medicinais no País, observando, porém, que estas se davam de forma esparsa. Em uma linguagem didática, publicação de grupo de pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP reúne informações sobre genética, histórico das plantas medicinais e fitoterapia; está disponível para download gratuito Resumo O objetivo do presente estudo foi descrever a prevalência da utilização de plantas medicinais e fitoterapia no Brasil e os fatores associados ao uso. Tratou-se de um estudo transversal baseado na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS-2019), (n= 279.382) adultos com idade igual ou superior a 15 anos realizada no país. A amostra foi probabilística por conglomerados e as capitais

Os principais motivos relacionados ao uso de plantas medicinais citados pelos participantes da pesquisa foram: a eficácia (71%), a praticidade (45%) e a confiabilidade (42%). Outros motivos citados foram a sua ação complementar a medicamentos sintéticos (3%) e o baixo custo (3%). Estas questões permitiam múltiplas opções, por isso o entrevistado que respondeu eficácia pode não ter

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IASES - Adolescentes do Iases realizam pesquisa sobre plantas medicinais
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