O Ato Adicional foi uma emenda constitucional, resultado de um acordo entre os liberais e conservadores. Algumas instituições da Carta Magna de 1824 foram mantidas como o Senado vitalício e o voto censitário, mas houve mudanças de caráter liberal significativas. O Ato Adicional de 1834, formalmente conhecido como Lei nº 16, de 12 de agosto de 1834, foi uma importante reforma constitucional no Império do Brasil, que realizou alterações na Constituição de 1824. O ato adicional faz parte do período regencial brasileiro e foi por ele que se estabeleceu a Regência Una, ou seja, somente um regente conduziria a nação, diferente do que ocorria com a chamada Regência Trina. O ato adicional foi uma importante ferramenta para rever a constituição de 1824, em 1834.

O que foi exatamente o Ato Adicional de 1834? O Ato Adicional de 1834 foi a mais importante emenda à Constituição de 1824 durante o período do Império do Brasil. O Ato Adicional alterava a Constituição de 1824 e foi uma tentativa de conter os conflitos entre liberais e conservadores nas disputas pelo poder político central. O Ato Adicional garantiu principalmente maior autonomia administrativa às províncias do Império. Pelo Ato Adicional a sede da Corte foi transformada em município neutro, constituindo-se numa unidade administrativa distinta da província fluminense. Ficava suprimido o Conselho de Estado, órgão profundamente identificado ao centralismo político e à preponderância do Poder Executivo sobre os demais poderes.

O Ato adicional de 1834 foi decretado na época da regência. Esse período foi marcado pela instabilidade política e inúmeras revoltas que eclodiram pelos estados do Brasil. Três anos antes, o imperador Dom Pedro I deixou o país para voltar a Portugal. O Ato Adicional foi uma jogada jurídica para reformar a Constituição de 1824, e descentralizou o poder político concedendo maior autonomia política, administrativa e financeira às provìncias, com criação de Assembleias Legislativas Provinciais formadas por deputados eleitos. Na regência de Araújo Lima (1837-1840), o Ato Adicional foi revisto em meio à "restauração conservadora", instituindo-se a Lei Interpretativa do Ato Adicional, que revogava alguns dos aspetos mais federalistas do Ato Adicional, tais como a administração policial, administrativa e jurídica das Províncias.

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Atenção: foi publicado Ato Declaratório Executivo Nº 1 sobre Produtor Rural
Atenção: foi publicado Ato Declaratório Executivo Nº 1 sobre Produtor Rural

Ato Adicional de 1834: um resumo completo sobre o tema No ano de 1834, durante o Período Regencial, um documento que alterava aspectos da Constituição de 1824 foi criado: o Ato Adicional de 1834. O Ato Adicional de 1834 é como ficou conhecida a Lei nº 16, de 12 de agosto de 1834 que ajudou a apaziguar um pouco o cenário político no início do Período Regencial. Segundo José Murilo de Carvalho "as perturbações políticas só se arrefeceram na capital em 1834, quando foi aprovado o Ato Adicional, um compromisso entre moderados, farroupilhas e caramurus. A morte, nesse mesmo ano O Ato Adicional foi uma tentativa de conciliar as tensões entre centralização e descentralização do poder no Império brasileiro. Embora tenha introduzido medidas descentralizadoras, o ato não conseguiu resolver os conflitos políticos e foi alvo de críticas e controvérsias, contribuindo para o enfraquecimento do regime imperial.