A mulher vivendo com HIV enfrenta pressões contraditórias: por um lado, a expectativa social de amamentar, por outro, a exigência de não o fazer em nome da prevenção. Isso pode gerar sentimentos de culpa, tristeza, inadequação e julgamento, inclusive por parte de profissionais de saúde mal informados. MILÃO —Diretrizes atuais recomendam que mulheres com HIV evitem a amamentação, mas algumas o fazem sem informar ao médico e sem monitorar a segurança do bebê. No entanto, quando uma mulher tem uma carga viral indetectável, o risco é mínimo, de acordo com alguns especialistas. Por exemplo: a mãe que vive com HIV não deve amamentar, pois o vírus pode ser transmitido para a criança durante a amamentação. Outro cuidado a ser observado: uma mulher não deve amamentar o filho de outra. Trata-se da chamada amamentação cruzada.

Hoje em 2022 mae com hiv podem amamentar? Mesmo a mulher descobrindo nos primeiros meses da gestação e tomando o coquetel? Todos os profissionais estão orientados que a mulher precisa passar por testagem durante o pré-natal, só que o período de amamentação é extremamente negligenciado. Então para que a gente consiga erradicar de fato a transmissão do HIV em crianças é fundamental cercar o período de amamentação com muito cuidado. A campanha Agosto Dourado simboliza a luta pelo incentivo à amamentação. Nesse cenário, é importante considerar que, durante a amamentação, mães que são soropositivas podem transmitir o vírus HIV para os bebês, e o risco de transmissão é maior quando a infecção é recente, e a mulher