Tenho saudade da minha infância. Quando as amizades não tinham diferença de cor, classe social e religião. O amor fraternal acompanhava a amizade. A solidariedade, o companheirismo, amor e amizade eram palavras de destaque. Daí, no fim da minha vida, esta cinza que me cobre… Este desejo obscuro, amargo, anárquico de me esconder, mudar o ser, não ser, sumir, desaparecer, e reaparecer numa anônima criatura sem compromisso de classe, de família. Eu era triste, nervosa e feia. Chorona. Amarela de rosto empalamado, de pernas moles, caindo à toa. Um velho tio que assim me via A minha infância - Textos de alunos do 7º ano Quando eu era pequeno, tinha muitas brincadeiras boas com os meus amigos. Aos fins de semana, juntávamo-nos e íamos todos andar de bicicleta e jogar à bola. Eu gostava de convidar os meus amigos para irmos com os meus pais à praia dar um mergulho. Almoçavam em minha casa e também dormiam lá.

Leia este Sociais Aplicadas Trabalho acadêmico e mais 863.000 outros documentos de pesquisas. Texto da minha infancia. MEMORIAL DA MINHA INFÂNCIA E DA MINHA VIDA NOS DIAS DE HOJE: Minha vida si resume em muitas lutas mais Minhas primeiras lembranças da infância são do vilarejo de Qunu, nas montanhas onduladas e nos vales verdes do território de Transkei, na região sudeste da África do Sul. Foi em Qunu que passei os anos mais felizes de minha meninice, rodeado por uma família tão cheia de bebês, crianças, tias e tios que não me lembro de estar sozinho em nenhum único momento em que eu estivesse acordado. Minha Infância Caem as barreiras do tempo e eu volto ao passado: minha infância. As lembranças da minha infância estão gravadas em minha memória, tão vívidas como se fossem no dia de hoje. Começo a considerar como vivi esse tempo sem cicatrizes. Apesar de calma e calada, eu era ativa, gostava de brincar e fazer as coisas.

Não sei ainda definir poeticamente o sentido de saudade, nem mesmo ausência, pois as duas ainda estão aqui, brincando de amarelinha entre o céu e o inferno das minhas lembranças passadas e minhas lembranças presentes. Lembro-me da minha primeira escola, de muitos nomes e detalhes. AVENTURAS DA INFÂNCIA Eu saía pela Chã de Areia afora Procurando um troféu, uma colmeia, Não faltava uma aventura, uma ideia, Na minha infância que relembro agora. Pescar de jereré a qualquer hora, Pegar um passarinho de alçapão; Fazer de tábua e lata um caminhão, Um carrinho de corrida e ir embora! Tomar banho de rio e de cascata, Ir caçar passarinho pela mata: Armando uma arapuca 523 Lembranças da minha infância A partir do ano de 1963 até 1968 morávamos em Jaranápolis, distrito de Pirenópolis conhecido por três ranchos, localizado à margem esquerda da rodovia Belém- Brasília. Éramos 06, eu, o meu pai Odom, a minha mãe Maria Conceição, o Afonso, a Deusa e o Vilmar. O Edmar, a Deuzeli e a Rosiane

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Poemas: “Memórias da minha infância” – 6º ano. – Escola Interação
Poemas: “Memórias da minha infância” – 6º ano. – Escola Interação

O texto deveria ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras. Da minha infância restam muitas memórias. Algumas estão tão presentes que até podia pensar que aconteceram ontem. A que vos vou contar aqui é uma memória de um episódio real, que aconteceu quando eu tinha 4 anos. Então a minha história é assim: As lembranças da minha infância são como pequenos tesouros guardados na memória: risadas espontâneas, brincadeiras no quintal, a proteção dos pais e a sensação de que o tempo passava devagar. Reviver esses momentos é reencontrar a pureza da criança que fomos e redescobrir a ternura que ainda habita em nós. Texto: As enchentes de minha infância Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha