Escola sem Homofobia, por vezes referido pejorativamente como " Kit Gay ", foi uma iniciativa não-governamental proposta para compor o Programa Brasil sem Homofobia do governo federal brasileiro. Manifesta apoio ao Projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação em parceria com a sociedade civil, bem como as ações desenvolvidas pelos estados e municípios que se destinam à formação dos/das profissionais da educação em geral, dando a eles subsídios para trabalhar o tema do convívio democrático e O documento apresenta o Caderno Escola sem Homofobia, que visa promover a inclusão e o respeito à diversidade sexual no ambiente escolar brasileiro. Ele aborda a homofobia, suas manifestações na escola e propõe práticas pedagógicas para desnaturalizar preconceitos.
proposta do Caderno Escola sem Homofobia é um convite a gestoras/es4, professoras/es e demais profissionais da educação para um debate, oferecendo instrumentos pedagógicos para refletir, compreen-der, confrontar e abolir a homofobia no ambiente escolar. Material "Escola sem Homofobia", de formação sobre questões de gênero e sexualidade, foi alvo de críticas de setores conservadores e teve a veiculação suspensa pela presidência ESCOLA SEM HOMOFOBIA: FORMAS E FORÇAS DE UM DISCURSO Texto dissertativo apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Currículo e Gestão da Escola Básica, do Núcleo de Estudos Transdisciplinares em Educação Básica, da Universidade Federal do Pará, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Currículo e Gestão da Escola Básica.
Resumo: Este artigo analisa o projeto Escola sem Homofobia (2011) e a campanha Time for Inclusive Education (2015), no Brasil e na Escócia, respectivamente, nascidos em razão das discriminações sofridas pela população LGBTQI+ e com o fim de promover uma cultura de educação em direitos LGBTQI+. É um estudo de caso comparativo, apoiado nos conceitos de poliarquia de Dahl e Foucault para Um passo adiante no ensino sobre diversidade sexual na escola foi dado em 2004, quando, a partir do citado programa "Brasil sem Homofobia" é criada a SECAD - Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Este artigo analisa o projeto Escola sem Homofobia (2011) e a campanha Time for Inclusive Education (2015), no Brasil e na Escócia, respectivamente, nascidos em razão das discriminações sofridas pela população LGBTQI+ e com o fim de promover uma cultura de educação em direitos LGBTQI+. É um estudo de caso comparativo
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Trata-se do projeto Escola sem Homofobia, lançado em 2011 pelo MEC que, mais tarde, recebeu a alcunha de "kit gay". Mediante protestos dos setores conservadores da sociedade e do Congresso Nacional, o projeto foi suspenso pelo governo e, então, engavetado. O Ministério da Educação, ciente de suas responsabilidades em relação ao tema, criou o projeto Escola sem Homofobia, que prevê a distribuição para as escolas públicas de ensino médio do País de material - vídeos, livretos, cartilhas - como suporte pedagógico. O Projeto Escola sem Homofobia visa contribuir para a implementação e a efetivação de ações que promovam ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito escolar brasileiro.