Uma ferramenta para avaliar o autismo em crianças, baseada em 36 itens que medem a interação social, a manipulação do ambiente, a resistência a mudanças, a busca de ordem rígida, a falta de contato visual, a mímica inexpressiva, os distúrbios de sono e a repetição de palavras. A escala atribui pontos de acordo com a presença ou ausência de cada sintoma e tem um ponto de corte de 15. Uma ferramenta para avaliar a presença de características autísticas em crianças. A escala contém nove itens que abordam aspectos como interação social, manipulação do ambiente, resistência a mudanças, busca de ordem rígida, falta de contato visual, mímica inexpressiva, distúrbios de sono, alteração na alimentação e comportamento repetitivo. A ATA (escala de traços autísticos) é um instrumento de avaliação criado para identificar sinais e características associados ao TEA. Ela foi desenvolvida originalmente na Epha por Ballabriga e colaboradores, nos anos 1980, e posteriormente adaptada para o Brasil.
A escala ATA (AVALIAÇÃO DE TRAÇOS AUTÍSTICOS) é um questionário utilizado por profissionais da área da saúde para averiguar a possibilidade da presença de autismo em crianças, assim como a escala CARS (acesse a CARS aqui). O documento descreve a Escala de Avaliação de Traços Autísticos (ATA), um questionário utilizado por profissionais de saúde para avaliar a possibilidade da presença de autismo em crianças. A Escala de Traços Autísticos é uma ferramenta de avaliação que consiste em 23 subescalas para identificar sintomas relacionados ao autismo, baseando-se em critérios diagnósticos do DSM e CID.
A escala ATA é uma ferramenta de apoio à investigação clínica para verificar a possibilidade de autismo em crianças. Ela contém 23 subescalas que avaliam aspectos como interação social, ambiente, resistência a mudanças, busca de ordem rígida, contato visual, mímica inexpressiva e distúrbios de sono. Este documento apresenta uma escala de avaliação de traços autísticos, composta por 23 subescalas que avaliam comportamentos sociais, comunicativos e de rotina em crianças. A pontuação obtida pode indicar a presença de transtorno autista, sendo essencial para diagnósticos e intervenções adequadas. ESCALA DE TRAÇOS AUTÍSTICOS Ballabriga et al., 1994; adapt. Assumpção et al., 1999. Esta escala, embora não tenha o escopo de avaliar especificamente uma função psíquica, é utilizada para avaliação de uma das patologias mais importantes da Psiquiatria Infantil - o Autismo. Seu ponto de corte é de 15.
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Esta escala, embora não tenha o escopo de avaliar especificamente uma função psíquica, é utilizada para avaliação de uma das patologias mais importantes da Psiquiatria Infantil - o Autismo. Seu ponto de corte é de 23. Pontua-se zero se não houver a presença de nenhum sintoma, 1 se houver apenas um sintoma e 2 se houver mais de um sintoma em cada um dos 36 itens, realizando-se uma A escala de traços autísticos (ATA), elaborada por Ballabriga e col. 10, nasceu a partir da discussão dos aspectos mais significativos da síndrome, partindo-se de diferentes instrumentos e da experiência clínica dos autores, sendo, entretanto, embasada primordialmente nos critérios diagnósticos do DSM III-R 11. Esta escala de 36 itens é usada para avaliar traços autísticos em crianças. Ela avalia comportamentos em 18 áreas como dificuldades na interação social, manipulação do ambiente, resistência a mudanças, alterações na linguagem e comunicação. Um ponto de corte de 15 ou mais indica a presença significativa de traços autísticos.