Em 'Ensinando a transgredir', Bell Hooks - escritora, professora e intelectual negra insurgente - escreve sobre um novo tipo de educação, a educação como prática da liberdade. Antes de dar aula nessa turma, eu achava que Ensinando a transgredir: a educafiio como prdtica da liberdade seria urn livro de ensaios dirigidos principalmente aos professores. sobre Eros e a raiva, o sofrimento e a reconciliação e o futuro do próprio ensino. Segundo Bell Hooks, "a educação como prática da liberdade é um jeito de ensinar que qualquer um pode aprender". Ensinando a transgredir registra a luta de uma talentosa professora para fazer a sala de aula dar certo. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla.
A obra tem 14 capítulos e passo agora a apresentar cada um para leitora(e)s interessada(o)s no tema. Na "Introdução: ensinando a transgredir", a autora conta como, na época do apartheid, a escola frequentada por ela era um lugar fundamentalmente político, de resistência na luta antirracista. Segundo Bell Hooks, a educação como prática da liberdade é um jeito de ensinar que qualquer um pode aprender . Ensinando a transgredir registra a luta de uma talentosa professora para fazer a sala de aula dar certo. Segundo Bell Hooks, "a educação como prática da liberdade é um jeito de ensinar que qualquer um pode aprender". Ensinando a transgredir registra a luta de uma talentosa professora para fazer a sala de aula dar certo. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla.
No livro "Ensinando a transgredir", Bell Hooks defende uma nova abordagem educacional chamada "educação como prática da liberdade", onde os professores ensinam os alunos a "transgredir" fronteiras raciais, sexuais e de classe para alcançar a liberdade. O livro associa experiências em sala de aula com reflexões sobre emoções e sentimentos, e questiona temas como eros, raiva e O livro 'Ensinando a Transgredir' de bell hooks explora a educação como uma prática de liberdade, enfatizando a importância de uma pedagogia engajada e crítica. hooks reflete sobre suas experiências como aluna e professora, destacando a necessidade de desafiar normas raciais e sociais na educação. A obra também discute a interseção entre feminismo e educação, propondo um modelo Ensinando a transgredir é um emocionante convite à reflexão de que educação é compromisso e a práxis da liberdade é sempre emancipatória; portanto coletiva e comprometida com a mudança.
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O livro 'Ensinando a Transgredir' de bell hooks propõe uma educação como prática de liberdade, desafiando estruturas tradicionais e promovendo uma pedagogia crítica e emancipadora. A autora enfatiza a importância de valorizar vozes marginalizadas, especialmente de mulheres negras, e critica a pedagogia tradicional por sua natureza autoritária e desestimulante. Influenciada por Paulo O livro 'Ensinando a Transgredir' de bell hooks explora a educação como uma prática de liberdade e resistência, destacando a importância de uma pedagogia crítica e engajada. A autora reflete sobre suas experiências pessoais e a transição de escolas segregadas para instituições predominantemente brancas, enfatizando a necessidade de um ensino que promova a autonomia e o pensamento Em "Ensinando a transgredir - uma educação para a liberdade", bell hooks - escritora, professora e intelectual, ativista feminista e negra insurgente - escreve sobre um novo tipo de educação, a educação como prática da liberdade (ref. Paulo Freire).