O Portal de Boas Práticas é uma iniciativa do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e Adolescente Fernandes Figueira. A síndrome de Down caracteriza-se por um atraso no desenvolvimento das funções motoras. O bebê é hipotônico (perda do tônus muscular) e menos ativo; mas isso diminui com o tempo e a criança vai conquistando, embora mais tarde que as outras, as diversas fases do desenvolvimento. Como lidar com crianças com síndrome de Down? A criança com síndrome de down tem o desenvolvimento em um ritmo devagar, é mais quieta, tendo dificuldade para sugar, engolir e sustentar a cabeça.
A Síndrome de Down é uma condição genética que traz desafios únicos para as crianças que a têm, assim como para suas famílias e comunidades. Embora cada criança seja única e possua suas próprias habilidades e potenciais, há alguns desafios comuns que muitas enfrentam ao longo de suas vidas. Sendo P: Crianças com Síndrome de Down b) I - Assistência de enfermagem c) C - Cardiopatia congênita. Dessa forma, a investigação busca responder à seguinte questão: " Quais são as evidências científicas sobre a assistência de enfermagem à criança com Síndrome de Down e cardiopatia congênita?" Em 1962, a Síndrome da Criança Espancada foi descrita pela primeira vez por Kempen (VIL-LADSEN, 2015). Conceituada como violência em que a criança é vítima de um trauma físico não acidental, provocado, geralmente, por uma ou mais pessoas responsáveis por seu cuidado (RUARO et al., 1997).