O CNJ aprovou regras que exigem alvará judicial para crianças e adolescentes atuarem em redes sociais, visando protegê-los de exploração e conteúdos impróprios. Conheça os efeitos das redes sociais e da internet, de modo geral, para crianças e adolescentes em fase de desenvolvimento, e como protegê-los O hábito de publicar cenas do dia a dia das crianças nas redes sociais, ainda que com boas intenções, pode desencadear consequências sérias e pouco visíveis de imediato, de acordo com as

A exposição indevida de crianças e adolescentes na internet continua sendo um problema mesmo com várias ferramentas de detecção disponíveis. Um em cada três crianças e adolescentes brasileiros mantém contas totalmente abertas nas redes sociais, e quase metade (47%) não controla quem os segue. Os resultados revelam que 95% das crianças brasileiras entre 9 e 17 anos estão conectadas à internet e 88% possuem perfis ativos em redes sociais, onde influenciadores mirins operam por meio de estratégias sofisticadas de marketing nativo que mascaram o caráter comercial das mensagens.

Ao comentarem desafios e potencialidades das atividades das crianças nas redes sociais, especialistas e famílias abordam questões como personalidade, autoestima, rotina e desenvolvimento infantil. A proporção alcançada tão rapidamente por ambos responde a uma preocupação crescente entre pais e responsáveis: a segurança e a integridade de crianças e adolescentes nas redes sociais. As denúncias feitas pelo influenciador Felca Bress, em vídeo publicado na semana passada, colocaram em foco os riscos que as redes sociais representam para crianças e adolescentes e como não

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Noventa e nove por cento das crianças e adolescentes entre 3 e 17 anos ...
Noventa e nove por cento das crianças e adolescentes entre 3 e 17 anos ...

Mas 29% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos relatam ter passado por situações das quais não gostaram ou que as chatearam nas redes. Essa rede envolve escolas - onde as crianças passam grande parte do tempo -, equipamentos de saúde, de assistência social, Justiça, Ministério Público, entre outros. Todos eles devem atuar em conjunto para garantir a proteção das crianças e adolescentes. Outro risco da exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais, sejam por publicações próprias ou feita por familiares, é que essas imagens e vídeos sejam usados por criminosos.