"Esse processo não altera a sequência do DNA, mas pode impactar a expressão de alguns genes, influenciando o desenvolvimento e características do bebê", explica. A cantora e sua esposa utilizaram o método ROPA, uma alternativa de reprodução assistida que permite a gestação de um bebê com DNA de duas mães. O método ROPA significa 'recepção de óvulos da parceira', já que permite a participação biológica de ambas as mães no processo de gestação. Essa técnica combina o espermatozoide do pai, o óvulo da mãe e mitocôndrias de uma "mãe" doadora. Por causa disso, o bebê é gerado com DNA de três pessoas diferentes.
A coincidência do nascimento com a data mundial de luta contra a intolerância fez de Antonella uma referência nas redes sociais. Por ser o primeiro bebê nascido com o DNA dos dois pais no Sul De acordo com o especialista, o método ROPA garante que o bebê tenha a carga genética da mãe que doou os óvulos. É possível realizar alterações genéticas para que a criança tenha o DNA No ROPA, os óvulos de uma das mães são fertilizados em laboratório e o embrião é transferido para o útero da outra mãe, criando uma conexão biológica única entre o casal e o bebê.
O bebê terá genética das duas mães? De acordo com o especialista, o método ROPA garante que o bebê tenha a carga genética da mãe que doou os óvulos. É possível realizar alterações genéticas para que a criança tenha o DNA de ambas. Conheça Antonella, a primeira bebê do Sul do Brasil com DNA de dois pais. Um marco na diversidade familiar, concebida por barriga solidária. Ela é a primeira bebê nascida com o DNA dos dois pais no Sul do Brasil e também nasceu no dia 17 de maio, dia mundial de luta contra a LGBTfobia", disse Jarbas ao g1.
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O método ROPA — sigla para "Recepção de Óvulos da Parceira" — é uma das técnicas mais emocionantes e simbólicas da medicina reprodutiva atual. Ele possibilita que duas mulheres participem ativamente da gestação de um bebê: uma será a gestante, engravidando de um embrião formado com o óvulo da parceira. Assim, ambas tornam-se mães biológica e gestacional da criança. Assista ao momento em que o DNA de uma mãe e de um pai é injetado no óvulo de outra mulher — a etapa fundamental na criação de um bebê feito por três pessoas James Gallagher No Rio Grande do Sul, um marco emocionante para a medicina e para a inclusão LGBTQIA+ foi alcançado: o nascimento da primeira bebê brasileira com DNA de dois pais. Graças a uma técnica avançada de reprodução assistida, um casal realizou o sonho de compartilhar geneticamente um filho. Essa conquista simboliza…