Há 22 horas · Capas de Jornais e Revistas do dia de hoje. Veja diariamente capas de jornais, capas de revistas e notícias de última. As capas dos folhetos de cordel, já então ilustradas por postais fotográficos, desenhos ou fotogramas de filmes, demoravam mais de uma semana para serem transformadas em clichês em Recife ou Fortaleza, o que levou a que santeiros e artesãos locais fossem requisitados para cortar na umburana — madeira preferida para o taco xilográfico Este artigo trata da evolução das capas dos folhetos de cordel no Brasil, desde o seu surgimento em 1893; o longo caminho percorrido, com suas transformações visuais, abordando mudanças históricas e identidade do imaginário,até os dias atuais.
As capas dos folhetos de cordel, já então ilustradas por postais fotográficos, desenhos ou fotogramas de filmes, demoravam mais de uma semana para serem transformadas em clichês em Recife ou Fortaleza, o que levou a que santeiros Capas de folhetos de Literatura de Cordel de Antonio Barreto: (CLIQUE NAS IMAGENS PARA VER OS TÍTULOS E AS AMPLIAÇÕES) * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *… Introdução Este artigo trata da evolução das imagens das capas dos folhetos de Cordel, desde seu surgimento no Brasil em 1.893, até os dias de hoje. O texto é que define se é cordel. O cordel é um gênero literário brasileiro, com regra fixa, rima, métrica e oração. A capa do cordel dialoga com várias linguagens, tornando-se um artifício estético e semiótico do folheto que
Nesta roda, os participantes terão a oportunidade de entender sobre a evolução das imagens das capas dos folhetos de cordel, desde seu surgimento no Brasil, em 1893, até os dias atuais. De conhecer como eram apresentados os folhetos no início de suas publicações e como isso acontece na contemporaneidade. Por meio das análises efetuadas, conclui que os folhetos de cordel são instrumentos de representação e manutenção da memória popular nordestina, revelando nas capas retratos da região, sua cultura, memória e imaginário. Repare que as capas dos cordéis antigos levam apenas molduras de vinhetas decorativas ao re-dor dos títulos. Essas vinhetas não eram produ-zidas especialmente para as capas, faziam parte do acervo das gráficas e eram empregadas para deixar a edição mais atraente. Ou seja, a xilogra-vura popular, tal como a conhecemos, não está na origem do folheto de cordel no Brasil.
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As capas dos folhetos de cordel, já então ilustradas por postais fotográficos, desenhos ou fotogramas de filmes, demoravam mais de uma semana para serem transformadas em clichês em Recife ou Fortaleza, o que levou a que santeiros e artesãos locais fossem requisitados para cortar na umburana — madeira preferida para o taco xilográfico pela facilidade do talhe e abundância — princesas Dessa forma, fica visível que as imagens das capas dos folhetos de cordel trazem a abertura de leituras significativas e pode ser a porta de entrada para um trabalho que gere conhecimentos discursivos a partir dos multiletramentos, aspectos semióticos importantes para o aperfeiçoamento linguístico do leitor em processo de formação escolar. Descrição Este artigo pretende comprovar a relevância das capas na estruturação estética e significativa do cordel ao longo de sua história como manifestação popular do imaginário nordestino. Para tanto, estabelece um diálogo entre a evolução do folheto e de suas capas, demonstrando como a alteração destes artifícios estéticos expressa a condição do cordel de gênero da