No cordão umbilical normal existem duas artérias e uma veia. No entanto, uma única artéria umbilical e uma veia umbilical está entre os achados mais comuns. A artéria umbilical única (AUA) ocorre quando o cordão umbilical apresenta apenas uma artéria em vez de duas, afetando 0,5% a 1% das gestações. Detectada via ultrassom, pode estar associada a malformações congênitas, restrição de crescimento intrauterino e anomalias cromossômicas. A artéria umbilical única (AUU) é uma variante comum no cordão umbilical, que pode estar associada a malformações congênitas, especialmente renais e cardíacas. Saiba como identificar, acompanhar e prevenir os possíveis problemas neste caso de gravidez.
A artéria umbilical única é uma condição em que há apenas uma artéria no cordão umbilical, ao invés das duas artérias e uma veia que são o padrão. Ela ocorre em cerca de 1% das gestações e pode ser identificada durante o exame de ultrassom. Com base nos dados publicados, concluímos que o achado de artéria umbilical única indica necessidade de uma avaliação e seguimento detalhados da anatomia fetal. Artéria Umbilical Única (AUU) refere-se a uma variação da estrutura do cordão umbilical em que apenas uma artéria umbilical está presente. A incidência varia de 0,5 a 6 por cento das gravidezes. A AUU é um achado isolado em aproximadamente 65% dos fetos afetados.
Os mecanismos que dão origem à artéria umbilical única, contudo, já são conhecidos. Na maior parte das vezes, o que acontece é que uma das artérias nem chega a nascer ou ocorre uma atrofia e ela para de se desenvolver durante a gravidez. A artéria umbilical unica pode ser encontrada em cerca de 1% das gestações únicas e em 7% a 14% das gestações gemelares. Nem sempre existe qualquer outro problema para o bebê, mas pode haver anormalidades cromossômicas (geralmente trissomias) em até 14% dos recém-nascidos. Logo no primeiro trimestre, o médico me contou que só havia uma artéria umbilical — geralmente, no cordão, há duas artérias e uma veia. Alimento e oxigenação passavam pela mesma artéria, o que poderia fazer com que o bebê crescesse pouco.
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No ultrassom morfológico de primeiro trimestre (entre 11 e 14 semanas) já se pode suspeitar da presença de uma única artéria no cordão umbilical, o que geralmente é confirmado no ultrassom morfológico de segundo trimestre (entre 20 e 24 semanas). Essa artéria é responsável por transportar sangue do feto para a placenta, onde ele recebe oxigênio e nutrientes essenciais. Embora a causa exata da artéria umbilical única não seja totalmente compreendida, acredita-se que ela pode ocorrer devido a problemas no desenvolvimento do cordão umbilical durante as primeiras semanas Normalmente, o cordão umbilical possui três vasos: duas artérias e uma única veia. As artérias conduzem o sangue proveniente do feto para a placenta e a veia tem a função de transportar o sangue oxigenado para a circulação fetal. Nesse contexto, quando ocorre algum distúrbio no desenvolvimento de uma destas artérias, teremos a gênese da anomalia conhecida como Artéria Umbilical